Educação e revolução social
Participarei de uma conversa com a professora e pesquisadora do anarquismo, Luciana Brito, sobre a perspectiva de Mikhail Bakunin acerca da relação entre educação e revolução social. O encontro acontecerá no canal Anarquismo e Geografia, do @max_stirner_king, no dia 29 de março, às 19h.
VI Seminário Nacional Economia Solidária, Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental
Nesta segunda-feira, estarei no Seminário Nacional Economia Solidária, Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental (SENESDE) para discutir uma questão pouco abordada na transição energética: seus impactos fundiários e ambientais sobre comunidades camponesas e tradicionais.
A convite da @fernandahcalcantara, vou comentar como essa transição tem avançado sobre territórios rurais por meio de mecanismos de expropriação primária, trazendo um caso concreto do litoral do Piauí, que investiguei por quatro anos.
Como observar morais e costumes
Fui convidado pela @fernandahcalcantara, professora da UFJF, editora e divulgadora científica, para conversar em seu canal no YouTube sobre minha experiência de leitura da obra Como observar morais e costumes, de Harriet Martineau.
Vou compartilhar minhas impressões como alguém que leu essa obra após a formação acadêmica, refletindo também como um sociólogo que faz trabalho de campo. É uma oportunidade para falar sobre o deslumbramento e a indignação ao descobrir uma obra tão poderosa em termos metodológicos, mas ainda subestimada na formação de cientistas sociais no Brasil.
V Congresso da Rede Internacional de Pesquisadores sobre Povos Originários e Comunidades Tradicionais
No V Congresso da Rede Internacional de Pesquisadores sobre Povos Originários e Comunidades Tradicionais, apresentei um paper que explora a experiência de extrativistas artesanais da Pedra do Sal, no Piauí, cujos territórios foram integrados, de forma autoritária, à produção de energia eólica.
O caso serve como matriz crítica para compreender a transição energética do capitalismo verde, propondo reflexões sobre:
1. O universalismo do discurso sobre “desenvolvimento sustentável”;
2. A transição energética como mais do que uma mudança técnica;
3. A distribuição desigual, mas combinada de impactos socioecológicos negativos, soberania energética e lucros privados;
4. A produção de desigualdades no processo de transição energética.
Como construir um futuro energético que respeite os territórios e as comunidades? Isso é possível sem alteração dos modos de produção e dominação que organizam a atual transição energética?
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