A representação do eu na vida cotidiana é um livro clássico, no qual Erving Goffman inaugura sua "sociologia dramatúrgica", comumente confundida com o interacionismo simbólico.
Nesta obra, publicada em 1956, ele utiliza a metáfora do teatro para analisar as interações sociais, sugerindo que as pessoas, ao se relacionarem, estão encenando papéis diante dos outros, como se estivessem num palco.
Li pela primeira vez em 2012, para a seleção do mestrado em sociologia da UFC, na qual fui aprovado.
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