Parecia que eu estava violando secretamente as cartas de um filho para o seu pai.
Foi essa a sensação inicial ao ler Quem matou meu pai, de Édouard Louis.
Um livro sobre identidade e paternidade, e também sobre as diversas expressões que a violência, o carinho e a política podem assumir no seio de uma família da classe trabalhadora no interior da França.
Meu primeiro livro de literatura lido em 2026. Sugestão de minha esposa.
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